DEUSES HINDUS
BRAHMÁ

SARASWATÍ

É representada como uma mulher muito bela, de pele branca como o leite, e
tocando sitar (um instrumento musical). Seus símbolos são um cisne e um lótus
branco.
Saraswatí também é o nome de um rio extinto da Índia, do Vale do Rio Indo, onde se desenvolveu a civilização Saraswatí-Sindhu, por volta de 3000 a.C.. O rio foi redescoberto por satélite no fim do século XX.
Saraswatí também é o nome de um rio extinto da Índia, do Vale do Rio Indo, onde se desenvolveu a civilização Saraswatí-Sindhu, por volta de 3000 a.C.. O rio foi redescoberto por satélite no fim do século XX.
LAKSHMÍ

O símbolo da suástica é associada a ela por representar prosperidade.
É conhecida também por Shri que embute ainda os significados de santidade, felicidade e majestade.
É conhecida também por Shri que embute ainda os significados de santidade, felicidade e majestade.
VISHNU
Enquanto Brahmá e Shiva responsabilizam-se por criar e destruir o Universo
respectivamente, Vishnu detém-se em preservá-lo e protegê-lo.
É frequentemente representado descansando sobre a serpente enrolada de mil cabeças, Shesha Naga, portando em suas mãos quatro atributos ou armas, a saber:
- Shanka (concha), em uma mão, que é o instrumento que devolve a união de todos os sons da criação e representa o som puro;
- Vaijra ou chakra (disco), na segunda mão é o anel de luz que rodopia no dedo indicador de Vishnu. Ele é o símbolo do Dharma, o dever de fazer o que é certo, também representa a roda do tempo;
- Padma (lótus) é mostrado para que não esqueçamos a nossa meta que é encontrar a nós mesmos.
- Kaumodaki na quarta mão, uma massa ou clava, é um instrumento para atacar os desejos, fonte de todo o sofrimento e insegurança.
É frequentemente representado descansando sobre a serpente enrolada de mil cabeças, Shesha Naga, portando em suas mãos quatro atributos ou armas, a saber:
- Shanka (concha), em uma mão, que é o instrumento que devolve a união de todos os sons da criação e representa o som puro;
- Vaijra ou chakra (disco), na segunda mão é o anel de luz que rodopia no dedo indicador de Vishnu. Ele é o símbolo do Dharma, o dever de fazer o que é certo, também representa a roda do tempo;
- Padma (lótus) é mostrado para que não esqueçamos a nossa meta que é encontrar a nós mesmos.
- Kaumodaki na quarta mão, uma massa ou clava, é um instrumento para atacar os desejos, fonte de todo o sofrimento e insegurança.
SHIVA

PÁRVATÍ

Ela é considerada a deusa do casamento e da família, mãe suprema, pois acolhe
todos os filhos e os orienta, mantendo-os conscientes para a lei do karma.
Párvatí é também considerada a deusa da beleza e surge com diferentes manifestações, daí ser chamada de deusa das mil faces. Tem muitos atributos, um dos principais é a fertilidade. Ela personifica a própria geração da energia criadora.
Párvatí é também considerada a deusa da beleza e surge com diferentes manifestações, daí ser chamada de deusa das mil faces. Tem muitos atributos, um dos principais é a fertilidade. Ela personifica a própria geração da energia criadora.
GANÊSHA

KRISHNA

Embora haja diferenças nas concepções da identidade de Krishna e nos detalhes
de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as
tradições. Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude
pastoris, e a vida como príncipe, amante, guerreiro e mestre espiritual ideais.
As principais Escrituras que discutem a história de Krishna são o Mahá Bhárata,
o Harivamsa, o Bhagavata Purana e o Vishnu Purana.
O deus-mono do Rámáyána, general do exército de Rama.

Hanumam se manifestou como um vanara (símio humanoide) e ministro do rei dos
vanaras, tendo sido um dos grandes heróis da epopéia descrita no Rámáyána. Foi
ele o responsável pela descoberta do cativeiro de Sita em Lanka, pelo incêndio
da cidade e pela aniquilação de diversos importantes raxasas da tribo de
Ravana.
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Professor Paulo R. Küster